Testemunhos de (ex-)alunos

Sofia Serpa Silva
Estágio 2014/15

Goméz-Acebo & Pombo

Almejava pela experiência prática e contacto com a vida profissional. Pela oportunidade de estimular a minha capacidade de inserção e adaptação a um ambiente e estrutura organizativa própria de uma sociedade de advogados de cariz nacional e internacional. Posso afirmar que a GÓMEZ-ACEBO&POMBO e a sua equipa ma proporcionaram.

Composta por profissionais devidamente qualificados, foi por demais evidente a atenção e o cuidado dispensados com a minha integração e ocupação. A conjugação de esforços e espírito de equipa na resolução dos problemas, facultou-me uma visão mais abrangente e completa acerca das temáticas em jogo. Mediante a possibilidade de frequentar acções de formação, reuniões e outro tipo de ambientes profissionais inerentes à profissão, ficou patente a importância e potencialidades que um bom networking gera.

Desde Direito do Trabalho, a matéria de privacidade e Direitos de Autor, passando pelo Contencioso Penal, Direito do Desporto e Contabilidade de Empresas, foi diversificado o trabalho realizado, bem como o recurso (hoje, imprescindível) a línguas estrangeiras.

Outra não pode ser a minha conclusão senão no sentido em que esta experiência se revelou proveitosa e compensadora, assim como influente a nível técnico, jurídico, relacional e pessoal. Há todo um mundo para além da faculdade. São experiências assim que ajudam à nossa evolução profissional e pessoal, bem como à devida formação da nossa convicção acerca do que queremos ser e fazer no futuro.”

Francisco Felner
estágio 2014/15

Comissão Nacional de Eleições

O estágio na Comissão Nacional de Eleições, no âmbito da Eleição da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, foi sem dúvida uma das mais gratificantes e enriquecedoras experiências da minha vida profissional.

Fazer parte de um processo eleitoral, prestando esclarecimentos objectivos aos cidadãos e colaborando com o Gabinete Jurídico em diversos projectos, ofereceu-me uma nova perspectiva do Direito Eleitoral, uma área que me despertava muito interesse e que sempre quis aprofundar. Além de me ter proporcionado estes novos conhecimentos, tive a oportunidade de trabalhar com um grupo de pessoas extraordinário! Na CNE trabalhei com pessoas competentes e dedicadas, com enorme sentido de responsabilidade, totalmente empenhadas e focadas em garantir objectivos importantes da nossa democracia, como o esclarecimento dos cidadãos e a igualdade de oportunidades de acção e de propaganda das candidaturas.

Este foi o meu primeiro contacto com a vida jurídica fora da Faculdade e trabalhar no Gabinete do Eleitor, em colaboração com o Gabinete Jurídico da CNE, expandiu de forma clara a minha ideia de Direito. Descobri que há um mundo além dos casos práticos de Constitucional, de Penal, de Administrativo ou de Obrigações… Foi, de facto, uma oportunidade única, enriquecedora e que acrescentou valor ao meu currículo. Gostei tanto desta primeira experiência que voltei a candidatar-me para novo estágio, desta vez no âmbito da Eleição para a Assembleia da República.

Em termos de perspectivas para o futuro, este estágio foi muito importante na minha vida profissional. Ajudou-me a desenvolver características como a comunicação, a organização, o trabalho em equipa, a resiliência e a confiança. Aconselho qualquer aluno da FDL que goste de Direito Eleitoral e Constitucional a candidatar-se a este estágio! E agradeço à Comissão Nacional de Eleições e ao Gabinete de Saídas Profissionais da Faculdade de Direito pela oportunidade de trabalhar nestes dois processos eleitorais, que muito acrescentaram à minha formação pessoal e profissional.”

Inês Correia dos Reis
estágio 2014/15

Comissão Nacional de Eleições

No âmbito do Mestrado Profissionalizante em Direito Internacional e Relações Internacionais da nossa Faculdade, tive a oportunidade de realizar um estágio de três meses no Ministério dos Negócios Estrangeiros, mais concretamente na Divisão de Direitos Humanos da Direção-Geral de Política Externa.

Este estágio permitiu-me adquirir experiência na área das relações interinstitucionais, na medida em que participei em diversos projetos nacionais em cooperação com os outros Ministérios para a concretização em Portugal de metas predefinidas pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Tive ainda a oportunidade de participar na preparação da candidatura de Portugal a este órgão para o período de 2015-2017, que acabámos por vencer.

Foi sem dúvida uma experiência muito enriquecedora a nível pessoal e profissional, que me foi de enorme utilidade quando concorri para o estágio da Comissão Nacional de Eleições onde, em março de 2015, trabalhei no processo de eleição para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.

Estas duas experiências contribuíram para enriquecer o meu currículo e acredito que foram determinantes na obtenção de um lugar que almejava há 3 anos: um estágio de meio ano em Bruxelas, no Secretariado-Geral da Comissão Europeia, financiado pela própria Comissão.

Mesmo que de curta duração, acredito que qualquer contato com o mundo profissional só pode ser positivo porque nos ajuda a crescer, definir ambições objetivos, aprender com pessoas novas e ter uma postura proativa, algo que se afigura essencial para qualquer jovem na conjuntura atual. Aproveitar as oportunidades oferecidas pela Faculdade faz todo o sentido e aumenta as probabilidades de sucesso no futuro.

Gabriela Pinheiro
estágio 2014/15

Goméz-Acebo & Pombo

Este estágio na Gómez-Acebo & Pombo surpreendeu-me pela positiva, tanto pela qualidade dos profissionais de quem estive rodeada diariamente, quanto pelas suas qualidades a nível pessoal. O acompanhamento foi incansável ao longo dos vários tipos de trabalho que me foram sendo atribuídos durante o período de estágio, que incidiram sob várias áreas, nomeadamente Direito do Trabalho, Direito do Desporto, Direito Comercial e Societário, Direito Administrativo, Direito do Urbanismo, entre outras.

Tive a oportunidade de estar presente em reuniões, encontros com clientes, formações e vários outros tipos de ambientes de trabalho que também integram a nossa profissão.

Os colegas foram sempre extremamente cordiais, acolhedores, prontos a esclarecer dúvidas, ensinar e atribuir trabalho, sempre preocupados com a minha ocupação. Também da parte dos recursos humanos notei uma enorme preocupação na minha integração, algo que tornou muito mais fácil a mesma.

Grosso modo, esta foi uma experiência enriquecedora, da qual levo ótimas recordações.”

Afonso Gomes
estágio 2014/15

Direcção de Serviços Jurídicos da Direcção-Geral dos Assuntos Europeus do MNE

Durante os 3 meses que estagiei na Direcção de Serviços Jurídicos da Direcção-Geral dos Assuntos Europeus do MNE deparei com um excelente compromisso entre a exigência do trabalho ministerial e o óptimo ambiente de trabalho da equipa. Senti que durante esse período fui um elemento de valor a acrescentar àquela Direcção de Serviços.

Esta Direcção de Serviços tem como principal competência a interlocução entre as instituições Europeias – Comissão Europeia – e os Ministérios com competência para a transposição de Directivas da UE.

Neste âmbito,foi me dada a oportunidade de realização de diferentes trabalhos, como por exemplo a realização de um EXCEL que espelhou todas as fases do procedimento de transposição de Directivas, com o objectivo de concluir se as diversas autoridades intervenientes têm respeitado ou não os prazos de transposição.

Foi me também dada a oportunidade de elaborar um comentário a um Acórdão do TJUE sobre uma Directiva da União Europeia sobre protecção de dados que, aos olhos dos juízes do TJUE violava vários direitos fundamentais dos Tratados da União Europeia, a submeter para publicação no Anuário do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Terminado o meu estágio, faço um balanço bastante positivo do mesmo.

Foi a minha primeira interacção com o mercado de trabalho na área do Direito, trouxe-me novos conhecimentos, enriqueceu o meu currículo e, fundamentalmente, fez me pensar que, terminada a minha licenciatura, há um enorme Mundo relacionado com o Direito que ultrapassa a advocacia.

Recomendo vivamente a candidatura a um estágio equivalente ao que realizei, a todos os que como eu, têm interesse em explorar as várias oportunidades de carreira existentes na nossa área, para, quando for tempo de escolhas, as realizarmos da forma mais informada possível.”

Gonçalo Birg
Estágio 2014/15

Departamento de Assuntos Jurídicos do MNE

Estagiar no Departamento de Assuntos Jurídicos, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, não é apenas sinónimo de trabalho, significa também conhecer um conjunto de pessoas altamente qualificadas, com total disponibilidade para o ensino e desafio. Sendo o período mínimo de estágio três meses no MNE, tal permite que o estagiário execute múltiplas tarefas jurídicas, muitas das quais que o tempo não permite leccionar durante a licenciatura ou o mestrado.

Mais, ao estagiário é dada a possibilidade de desenvolver competências técnicas bastante diversas, como a elaboração de peças processuais, ou de pareceres, tudo ferramentes indispensáveis para uma melhor integração no mercado de trabalho.

Mas, claro, ainda que de forma limitada em função da posição de “estagiário”, estagiar no Ministério dos Negócios Estrangeiros é também sinónimo de poder contactar com questões e pessoas, que apenas a quem “está por dentro” é possível conhecer. Estagiar no MNE é, portanto, uma grande mais valia curricular, por todo o prestígio inerente a tal casa.”

Rodrigo Mourão
Estágio 2013/14

Direcção-Geral de Política Externa - Serviço das Organizações Políticas Internacionais no MNE

Um estágio é uma vivência não só profissional, mas também a nível pessoal e intelectual.
Para muitos de nós, um estágio representa a nossa primeira experiência laboral. No meu caso, posso referir que simbolizou também a aprendizagem mais pormenorizada de matérias (o desenvolvimento dos meus conhecimentos de Direito e Política Internacionais, em áreas como as Nações Unidas, Terrorismo, Corrupção ou Direitos Humanos), tendo também potenciado as minhas capacidades interpessoais.
Este último ponto manifesta-se a nível horizontal (sabermos relacionar-nos com os colegas, quer para trabalhar em conjunto, quer para pedir ajuda), mas também vertical (habituarmos-nos a trabalhar de acordo com uma hierarquia, com diferentes chefias e métodos de trabalho, muitas vezes simultaneamente).
Em suma, um estágio faz-nos: travar conhecimento com a realidade do mundo do trabalho; conhecer novas pessoas; trabalhar em equipa; inteirar-nos de diversas matérias e; saber diferentes métodos de trabalho, próprios de cada um dos nossos superiores hierárquicos.Quer pelas pessoas que conhecemos, amigos que fazemos, assuntos que aprendemos ou elasticidade que ganhamos a colaborar com diferentes pessoas (com uma diferente perspectiva das coisas), um estágio é sempre enriquecedor. Se o fizermos com sucesso, mais preparados estaremos para enfrentar o mundo do trabalho.”

Bruno Tabaio
Estágio 2013/14

Sancho & Associados

Escrever umas palavras relativas ao estágio é quase tão difícil como o estágio per se. É comum escrever-se que o estágio oferece o elemento prático que a faculdade não proporciona. Tal é verdade. Mas, penso, não está nem perto de descrever toda a dimensão do estágio. O estágio é a assunção de responsabilidades. O estágio é o verdadeiro contacto com o Direito. O estágio é nosso primeiro salário. O estágio é a nossa inserção no grupo de cidadãos que contribuem para a prossecução e administração da justiça. O estágio é o que nos faz sentir cidadãos e verdadeiros engenheiros de uma sociedade. O estágio é a nossa participação na construção da sociedade. Acima de tudo, o estágio simboliza o derradeiro momento que nos faz dizer: “eu quero ser advogado”.
Este é um discurso pouco ortodoxo, mas que, penso, poderá descrever, da melhor maneira possível, o futuro que espera aqueles que ambicionam uma actividade profissional dinâmica no universo do Direito.
4 de fevereiro 2014

Sara Pires
Estágio 2013/14

Caiado Guerreiro & Associados

Para além de uma experiência enriquecedora a nível profissional, onde me foi dada a oportunidade de me familiarizar com a dinâmica de uma sociedade de advogados em expansão no mercado nacional e internacional, a CAIADO GUERREIRO & ASSOCIADOS tem contribuído decisivamente para a minha formação pessoal.
Este meu primeiro contacto com o mundo da advocacia permitiu-me fazer a articulação dos conhecimentos teóricos adquiridos com a vida prática do direito, obrigando-me a desenvolver e a aperfeiçoar, com grande benefício próprio, as competências de trabalho associadas a uma profissão jurídica de grande responsabilidade e valor.
Encontro-me igualmente integrada numa equipa dinâmica e salutar na qual opera a entreajuda.”

Luís Barbosa Fernandes
Estágio 2013/14

Sancho &Associados

Desde que entrei, pude pôr em prática muito do que aprendi na faculdade. Quando iniciei o estágio na Caiado Guerreiro, estava a terminar a parte lectiva do mestrado científico em Direito Fiscal e fui integrado na equipa de Fiscal do escritório. Isso permitiu-me desenvolver a componente prática que a faculdade não pode assegurar totalmente aos alunos. O estágio na Caiado Guerreiro tem representado, para mim, uma experiência bastante enriquecedora, tanto a nível profissional, como a nível pessoal.”

Helena dos Santos
Estágio de verão 2013

Estágio de verão da Ordem dos Notários

Tal como diz o provérbio “o saber não ocupa lugar”, sou da opinião que um Jurista deve ser o mais completo possível em diversas áreas. Por esse motivo, e apesar de querer seguir o caminho da advocacia, decidi realizar um estágio de Verão num Cartório Notarial, com o intuito de saber quais são efectivamente as funções de um notário, sendo a sua principal actividade conferir fé pública aos actos jurídicos extrajudiciais.
Este estágio, proporcionado pela Ordem dos Notários, foi uma experiência bastante enriquecedora. Ao longo do estágio, vamos tendo consciência da importância do ensino teórica que nos é dado pela faculdade mas também nos apercebemos que não é suficiente para a realização das tarefas que nos são pedidas, tais como a elaboração de minutas (como por exemplo, uma habilitação de herdeiros, procurações, doações, etc). Por isso, é importante aproveitarmos ao máximo estas experiências para adquirir mais conhecimentos jurídicos numa vertente mais prática.
Para além disso, tive a oportunidade de trabalhar com pessoas altamente competentes e com gosto pela profissão, sempre dispostas a ajudar.”

Lisboa, 3 de dezembro 2013

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