Biblioteca da Faculdade de Direito da ULisboa classificada como Edifício Sustentável

Da criação de um telhado verde à reutilização da água da chuva para a rega, são várias as características que fazem da nova biblioteca da Universidade de Lisboa um “edifício sustentável”.

Do sistema de recolha de água da chuva à instalação de um pavimento térmico, passando pela gestão da qualidade do ar, são várias as apostas para garantir um melhor desempenho do edifício na Alameda da Universidade, em Lisboa.

“Todo o projeto foi pensado segundo os princípios de construção sustentável, utilizando-se de acabamentos de emissão zero [de gases de efeito de estufa]”, lê-se na memória descritiva da nova biblioteca,

O projeto de expansão da biblioteca desdobra-se em três pisos: o inferior, uma cave rectangular que incluirá os depósitos de livros; o piso térreo, que assume o formato da letra “L”, acolhe um pátio ajardinado para o qual se debruçam os edifícios contíguos; e, por fim, o piso superior com uma cobertura vegetal. A primeira fase da obra centrou-se na parte térrea, onde ficam as salas de leitura e informática, assim como os gabinetes, e no telhado verde.

O objetivo é recuperar a água que cai do céu para irrigar a terra gota a gota. Para o efeito, há um reservatório e uma central de bombagem para abastecer a rega. Só quando o depósito está vazio é que se recorre à rede pública de abastecimento, garante Ana Paula Pinheiro, do atelier RBD.APP Arquitectos.

Fonte: Público.
Imagens: Nuno Ferreira Santos


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